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O Coronavírus (Covid-19), que já provocou mais de 115 mil mortes em todo o Brasil, está atingindo também a categoria dos Oficiais de Justiça. Na linha de frente do Poder Judiciário os Oficiais de Justiça estão trabalhando em plena pandemia para garantir o direito do cidadão. Esses profissionais são essenciais à Justiça e não podem parar.

Apesar da pandemia, os oficiais de Justiça continuam nas ruas cumprindo os mandados urgentes e em alguns tribunais os oficiais estão cumprindo até os mandados considerados não urgentes. Os oficiais de Justiça exercem atividade considerada essencial e por isso não podem parar de trabalhar, mesmo estando em situação de alto risco.

Por continuarem nas ruas cumprindo mandados os oficiais de Justiça estão em situação vulnerável, colocando a própria vida em risco, mesmo tomando medidas preventivas.  No total, 25 oficiais de Justiça já morreram por Covid-19 no Brasil, sendo que a maioria estava na ativa e 6 já estavam aposentados.

Em nota, a Associação Federal dos Oficiais de Justiça do Brasil, se solidariza com as famílias que perderam pais, mães ou algum oficial familiar em decorrência da covid-19. O Conselho Nacional de Justiça, até o momento não se manifestou oficialmente a respeitos das vidas dos Oficiais que foram perdidas por causa do covid-19.

Vale ressaltar também que muitos Oficiais de Justiça ainda estão trabalhando sem equipamentos de proteção individual, os EPIs.

Abaixo a relação de oficiais de Justiça que faleceram em decorrência da Covid-19 no Brasil:

Aristeu Pereira da Cruz (BA), José Dias Palitot (TRT-2), Clarice Fuchita Kresting (TRT-2), João Alfredo Portes (TJSP), Kleber Bulle da Rocha (TJRJ), Roberto Carvalho (TJPA), Wanderley Andrade Rodrigues (TJAM), Léo Damião Braga (TRT-1), Dora Bastos Costa (TJPA), Maurício Maluf (TJPA), Adelino de Souza Figueira (TJGO), Valter Campos de Almeida (TJSP), Oldeildo Marinho (TJPA), Ronaldo Luíz Diógenes Vieira (TJRN), Cristiana de Medeiros Luna (TJAL), Eliseu Rangel Soares (TJMT), José Bento Tavares (TJGO), Marcos Antônio Uchoa de Freitas (TJCE) e Aristeu Pereira da Cruz (TJBA).

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