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Direito de resposta!N?s filiados do SOJEP, vimos, atrav?s da presente nota, em razão dos diversos ataques desferidos recentemente pelas outras entidades representativas dos servidores contra o nosso sindicato, esclarecer fatos que de alguma forma tentaram macular a imagem da nossa entidade e que fez com que adot?ssemos uma postura mais r?gida frente às acusações e inverdades proferidas via imprensa e notas escritas enviadas aos cart?rios judiciais, al?m de publicações nos sites oficiais das mesmas entidades.
Na tentativa de suplantar todas as diferen?as existentes até então, o SOJEP, contrariando até mesmo a opinião de uma parcela de seus filiados, tentou construir uma unidade, convidando a ASTAJ, a AOJEP e o SINJEP para lutar pelo PCCS, enviando para tanto, ofícios a estas entidades (documentos comprobat?rios encontram-se no SOJEP) com o objetivo de nos mobilizarmos no dia 23/05/2007, o que realmente se concretizou.
Não obstante o sentimento de união até então reinante, quando pens?vamos que as diverg?ncias haviam sido superadas, o SOJEP foi mais uma vez atacado, sofrendo hostilidades não por uma entidade, mas pelas tr?s, quase que simultaneamente. Tudo isso por que as demais entidades tinham interesse em realizar uma assembléia conjunta, a qual não foi poss?vel realizar, em face dos assuntos espec?ficos aos Oficiais de Justiça que seriam tratados (indenização de transporte, dentre outros) na ultima assembléia, a qual tinha sido previamente marcada para tratar desse assunto.
Primeiro foi a AOJEP que atrav?s do seu presidente, logo ap?s a mobilização do dia 23/05/2007, declarou ? imprensa que iria reativar a ação impetrada por aquela entidade e pelo SINJEP onde se pleiteou a anulação do SOJEP na Justiça.
Posteriormente, a direção do SOJEP foi v?tima de insinuações grosseiras e sem nenhum cabimento por parte da direção do SINJEP que asseverou de maneira assaz mal-educada em seu site, que a direção do SOJEP ?tem rabo preso?, ali?s, vale registrar, valendo-se de linguagem vulgar, despropositada e desnecess?ria. ? not?rio que o presidente do SINJEP (e que não corresponde ? vontade de seus filiados) comumente utiliza-se deste tipo de expediente, vale lembrar as manobras adotadas para se eternizar na direção daquela entidade (via mudan?a no estatuto da entidade; de Assembléias no interior do Estado (Sousa), cuja realização, ali?s, ? negada pelos servidores da própria Comarca ( doc. proc. TRT n? 1893.2005.005), bem como em relação aos ataques sofridos pela companheira F?tima Holmes na representação proposta na Corregedoria de Justiça contra a mesma, onde foi v?tima de uma tentativa de desmoralização por parte do presidente daquela entidade. Acontece que o tiro saiu pela culatra, rendendo o adjetivo de ASNEIRAS (por parte do Desembargador Corregedor) ? provid?ncia tomada pelo presidente do SINJEP ao propor representação a uma colega por motivo tão f?til e ign?bil.
Ressalte-se ainda a triste participação do presidente do SINJEP que durante as negociações da ?ltima greve iniciada em abril de 2006, pediu em v?rias ocasiões ? pasmem -!! , diante dos demais representantes da categoria, ao Presidente do TJPB ? ?poca, o Dr. Ant?nio de Moura, PUNIção PARA OS SERVIDORES EM GREVE, quando seu papel deveria ser o de defender seus soldados e não trair seus pares.
A ASTAJ dirigiu ataque ao SOJEP atrav?s de uma nota enviada às serventias, onde acusa nossa entidade de DESLEALDADE, pelo fato de estarmos supostamente ajudando com recursos financeiros a chapa de oposição encabe?ada pelo companheiro Fran?ualdo (T?cnico Judiciário da Comarca de Cabedelo-PB), que concorrer? às eleições daquela associação. Ora colegas, se isso estivesse ocorrendo, o que não ? verdade, gostar?amos de informar a essa direção que auxiliar financeiramente uma ou outra chapa concorrente a uma eleição de entidade ? um fato corriqueiro dentro de qualquer movimento de luta, sendo tais solicitações feitas geralmente atrav?s de ofício (o que não aconteceu até a presente data!).
Portanto, não HAVERIA NENHUMA DESLEALDADE OU IRREGULARIDADE NISSO.
Quanto ? afirmação de que t?cnicos e analistas estariam ?embarcando? no discurso do SOJEP, fica cristalino que a direção dessa associação subestima a capacidade de pensar desses colegas. Na verdade, o que a maioria dos t?cnicos e analistas já percebeu ? A INCAPACIDADE DOS DIRIGENTES de sua entidade de buscar soluções para suas demandas, tanto ? assim que a atual direção corre s?rio risco de perder as eleições dentro do seu próprio reduto que ? Campina Grande ( o que dir? em João Pessoa e comarcas do interior !!!!).
T?cnicos e Analistas Judiciários lembram perfeitamente qual foi o papel desempenhado pelo atual presidente da ASTAJ durante a ?ltima campanha por melhoria salarial. Enquanto que a direção do Sojep procurava manter a categoria mobilizada (permanecendo em pra?a p?blica, subindo e descendo as escadas dos f?runs da capital para cooptar colegas para a luta, etc), a direção da ASTAJ promovia a INSTABILIDADE E A D?VIDA, inclusive nas viagens que fazia pelo interior do Estado. Exemplo disto aconteceu na comarca de Sousa, onde o presidente da ASTAJ MENTIU, noticiando o t?rmino da greve, motivando o retorno dos serventu?rios da comarca ao trabalho (o que foi lament?vel!!!), enquanto muitos lutadores continuavam passando noite e dia acampados em pra?a p?blica.
A revolta causada pelas atitudes do presidente da ASTAJ frente ? greve foi tanta que por muito pouco não foi agredido ao retornar ? Campina Grande.
Apesar de se declarar pela uni?o, o presidente da ASTAJ nem mesmo tenta ocultar, a raiva e o desprezo que tem pelos Oficiais de Justiça, a ponto de dizer abertamente que não sossegaria enquanto não conseguisse RETIRAR A GRATIFICAÇÃO DE RISCO DE VIDA destes ?ltimos .
Em comarcas do interior do estado (diga-se, Monteiro), o mesmo presidente da ASTAJ, acreditando não estar na presen?a de Oficiais de Justiça, foi surpreendido, algumas vezes, atacando nossa classe. Esta postura lhe rendeu uma rejeição tal, entre os Oficiais de Justiça, que tem comprometido de sobremaneira a relação com sua entidade.
Não podemos deixar de lembrar o mal estar criado pela direção da ASTAJ, entre uma minoria composta de Oficiais de Justiça e pessoal dos Cart?rios (T?cnicos e Analistas) que chegaram ao extremo de dirigirem ofensas m?tuas durante a gestão do Doutor J?lio Aur?lio Coutinho, quando poder?amos ter negociado a implantação do PCCV da categoria. Ao inv?s de cumprir aquilo que se espera de uma lideran?a que seria promover a negociação entre as entidades, uma vez o problema alegado era o fato de que reivindic?vamos n?vel superior para o cargo de função de Oficial de Justiça (j? que na maioria dos Estados isto já ocorre), poder?amos ter negociado até mesmo este ponto, pois nunca estivemos fechados ao di?logo.
Entretanto, o que foi divulgado pela ASTAJ era que os Oficiais de Justiça queriam arrebatar a maior parte do orçamento do Tribunal para si, em detrimento dos outros cargos, ocorrendo o desentendimento generalizado.
Ainda assim marcamos uma ?ltima reunião no próprio F?rum C?vel para levar estes esclarecimentos a toda a categoria, mas infelizmente os servidores internos (t?cnicos e analistas) não compareceram, pois o terrorismo implantado já havia surtido efeito.
O que ? lament?vel registrar ? que tanto a ASTAJ como o SOJEP t?m origens comuns, ou seja, ambos surgiram pela INOPER?NCIA E OBSCURIDADE das entidades já existentes (AOJEP E SINJEP). O próprio SOJEP lutou pela criação da ASTAJ, ajudando a aumentar o quadro dos filiados, regozijando-se a cada dia com o ingresso de cada novo colega e, lamentavelmente, encontramo-nos atualmente em posições divergentes.
Mesmo o SINJEP tendo pedido a cabe?a dos grevistas em plena sala da Presid?ncia do TJPB, houve uma aproximação entre a ASTAJ e o SINJEP. ? revelia do SOJEP, a presid?ncia da ASTAJ se encontrou com o presidente do SINJEP na sede deste ?ltimo. O que foi tratado nessa reunião obscura, n?s nunca saberemos, podemos apenas fazer suposições. A partir da? os la?os dessas entidades (ASTAJ E SINJEP) tornaram-se cada vez mais estreitos, na medida em que paulatinamente, a primeira foi colocando sua parceria com o SOJEP em segundo plano.
Em conclus?o, conclamamos não apenas aos nossos filiados, mas a todos os servidores indistintamente, que amadure?am suas convicções pol?ticas, reflitam sobre o porvir, bem como separem o joio do trigo, pois buscamos uma unificação da luta num futuro. O cen?rio para que isto ocorra ? dos mais favor?veis. Estamos às portas das eleições tanto na ASTAJ quanto no SINJEP. O passo inicial para as mudan?as que aspiramos ser? eleger pessoas ?ntegras e realmente empenhadas, primeiramente, em promover a UNIão dos servidores da Justiça e segundo que sejam verdadeiramente engajadas na defesa dos pleitos da categoria.

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