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Servidores mant?m reivindicação, adiam decisão sobre greve e preparam vig?lia na Pra?a dos Tr?s PodeOs servidores do Poder Judiciário do Estado da Paraíba decidiram em assembléia realizada nesta quarta-feira, 19, fazer vigília na Praça dos Três Poderes, em frente ao Tribunal de Justiça, no próximo dia 24. A data foi escolhida devido ser o dia da votação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da categoria. O presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Estado da Paraíba (Sojep), Benedito Fonseca, disse que os servidores pretendem esgotar todas as possibilidades de diálogo antes de deliberar um movimento grevista, para isso, convocou – durante a assembléia – a categoria para fortalecer a vigília e pressionar o TJ pela aprovação de um plano transparente e benéfico. “É necessário a união dos servidores, pois o bem-comum deve ser a causa maior da nossa luta”, declarou o presidente que avaliou positivamente a assembléia.

A assembléia decidiu manter a contraproposta feita pelos servidores em agosto, porém, contendo o ajuste da tabela divulgada anteriormente pelo TJ.

Fonseca destacou que duas das quatro entidades representativas do judiciário – ASTAJ e SOJEP – vão enviar um requerimento administrativo e um pedido de providências ao Conselho Nacional de Justiça, solicitando a participação na reunião do pleno para discussão das propostas dos servidores.

A luta pelo PCCR

 A luta dos servidores pela implantação do PCCR se intensificou no início na gestão do desembargador Antônio de Pádua, em fevereiro deste ano. A princípio, os servidores reclamavam da demora na apresentação do plano – que não teve a participação de nenhum representante – e posteriormente, do conteúdo do mesmo. “O primeiro plano apresentado não traria nenhum benefício à categoria, por isso fomos contrário. O plano chegou a ser visto como uma agressão à carreira do servidor, que leva a “justiça” nas mãos para à sociedade paraibana”, explicou o sindicalista. Em maio, os servidores paralisaram as atividades, mas não foi o suficiente para a abertura de diálogo com o TJ. À medida que os protestos aconteciam no Estado, os servidores reclamavam do tratamento indiferente por parte do órgão.

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