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Um próspero ano-velho?

“Feliz ano-novo, muitas felicidades, tudo de bom” é um dos clichês mais ouvidos e comentados em todos os recantos e lugares que você passe. Então, começo uma reflexão: será que, de fato, o ano-novo deveria ser assim chamado?
Importante, para princípio de conversa, é que torço e gosto de mensagens de passagem de ano, com exceção, evidentemente, daquelas comerciais, consumistas, farristas etc.
Advogo a meditação, creio que apenas no nosso interior podemos e devemos fazer uma séria e delicada avaliação. Talvez, meu caro leitor, eu devo parar por aqui, pois, afinal, pode  parecer bobagem o que vou relatar. Porém, peço o seu precioso tempo para emergir comigo no ano de 2007, ATÉ PORQUE 2008 IMPÕE ESSA PONDERAÇÃO.
Poderei cometer alguns enganos, e, como saudosista, fazer um retrocesso dos fatos que ocorreram em anos anteriores, de 1998 até os dias atuais. Ufa (cansei-me), imagine você, MEU DILETO AMIGO VELHO, descrever inúmeros fatos da vida em poucas linhas. Entretanto, como traz à baila um velho jargão jurídico: “não devemos entrar no mérito”, pois tornaria nossa discussão longa e cansativa, ao saber que o seu tempo está curto.
Sobre as nossas experiências colhidas no campo pessoal, numa análise bem breve, estas se restringem a nós mesmos. Assunto resolvido e encerrado.
Quanto ao ano de 2007, felizmente termino com uma carga de pessimismo extraordinária. Porém, a licença musical me salva; “TENHA FÉ EM DEUS, TENHA FÉ NA VIDA…”. Adentrando nas reminiscências, chegar em Campina Grande, em pleno junho de 1998, e dar de cara com uma GREVE, é, hoje, para mim, a melhor recepção; em 2000, a maior greve do judiciário paraibano (o asfalto às 10 horas é quente, isso eu sei!); em 2003, os primeiros processos judiciais; em 2005, o teste necessário de todo bom homem ou mulher: o “cargo comissionado”; já em 2006, a maior greve em dias paralisados, com o mundo operoso (TJ, Estado, SINJEP, AOJEP, mídia: todos contra). Mas, apesar dos pesares, valeu; em 2007, tanta resistência em querer em fazer o certo, custa-me, remove meus sentimentos e me impõe fazer algumas provocantes indagações: o que SOMOS de fato, defensores do geral, universal, coletivo, ou simplesmente afeitos ao individual, ao particular (só o meu)? E os Outros, quem são os Outros? E as réplicas que não chegam, meu Deus!
Portanto, é necessário articularmos o nosso pensar de caminhante, preparando 2008.
Estamos dispostos enfrentar o quê em “no ano que vai nascer”?
O que só você sabe fazer? Reflita: todos os outros estão no caminho errado?
O que os outros devem fazer?Reflita outra vez: você é que sabe o caminho certo?
O que, enfim, é certo e errado?
Encontrando as soluções para as perquirições acima apresentadas, procure-me e me avise. Em 2008, quero SAÚDE para as respostas.
SÃO OS VOTOS DE SAÚDE, PAZ, FELICIDADE E PACIÊNCIA!
UM PRÓSPERO ANO VELHO!

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