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Da Folhape

Em assembleia realizada ontem, os servidores do Judiciário de Pernambuco deflagraram greve. A paralisação começa na próxima segunda-feira por tempo indeterminado e é resultado de tentativas por um canal de comunicação entre os servidores e a presidência do TJPE. Assim que foi divulgada a greve, os representantes dos sindicatos dos Trabalhadores do Judiciário (Sindjud-PE) e dos Oficiais de Justiça (Sindoje-PE), além da Associação dos Servidores do Poder Judiciário (ASPJ-PE), foram convocados pelo presidente do TJPE, desembargador José Fernandes de Lemos, para uma reunião para discutir as reivindicações. Um novo encontro está agendado para hoje, quando Lemos também concederá uma coletiva à Imprensa para dar seu posicionamento.

Segundo a presidente do Sindjud-PE, Cristina Carvalho, a greve está decidida, mas serviços essenciais serão mantidos. “O TJPE divulgou a implantação do novo Plano de Cargos Carreiras e Vencimentos (PCCV), mas voltou atrás por ter desagradado os funcionários. Com a efetivação do novo PCCV, a jornada de trabalho dos servidores passaria de seis para oito horas diárias e o reajuste salarial seria de 8,12% – e não de 33% como seria compatível com a nova carga horária”, explicou. Outros itens na pauta de reinvidicações são: incidência no salário-base do percentual estimado de 17,31%, com base na inflação medida pelo IPCA; auxílio-alimentação (passando de R$ 504,60 para R$ 628,28 em alguns cargos); e aumento no auxílio-saúde, de R$ 232,54 para R$ 259, aplicando-se o percentual de 20,19%, segundo estimativa da ANS, inclusive com extensão para aposentados. “Vamos continuar conversando. O presidente se mostrou solícito e conseguiremos avançar no diálogo“, disse Cristina.

FONTE: http://www.liberdade.com.br/noticias.php?id=1868

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