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Os Oficiais de Justiça de São Paulo, Erlon Sampaio de Almeida e Seiji Tanaka, estiveram no Supremo Tribunal Federal (STF) para um trabalho, realizado pela Assojaf/SP e Sintrajud, de conscientização da atividade de risco exercida pela categoria.

Segundo informações de Erlon, os servidores percorreram os gabinetes e falaram com os assessores chefes dos onze ministros. “A nossa missão foi levar o novo dossiê com as argumentações jurídicas e, principalmente, matérias jornalísticas que dão conta das mortes e agressões de todo tipo contra os Oficiais de Justiça do nosso País”, informa. De acordo com ele, todos os chefes de gabinetes ouviram atentamente as argumentações e verdadeiro apelo para que os ministros, em especial o presidente Cezar Peluso, tomasse conhecimento da situação da categoria.

Ainda segundo o Oficial de Justiça de São Paulo, informações recebidas do gabinete do ministro Ayres Brito, vice presidente do STF, afirmam que ele já tomou ciência do material e do apelo e conversou, pessoalmente, com Peluso que afirmou já saber da causa dos Oficiais. “Está sendo muito gratificante saber que as autoridades da mais alta Corte do Nosso País, agora, já têm conhecimento de que nós, Oficiais, exercemos uma atividade de extremo risco e mais, tomaram conhecimento do verdadeiro massacre contra nossa categoria, inclusive do número de mortos e dos que pagaram com sangue para que o nosso direito um dia pudesse ser reconhecido”, enfatiza o presidente da Assojaf/SP.

Durante o trabalho no Supremo, os Oficiais de Justiça solicitaram que Peluso e os demais ministros do STF fizessem uma nota técnica ou ofício ao Legislativo, requerendo que os Oficiais sejam incluídos no PLC 330/2006, em trâmite na CTASP da Câmara. “Aliás, nós Oficiais de Justiça e talvez os colegas Agentes de Segurança seremos os únicos servidores do Judiciário que teremos o direito a aposentadoria especial por atividade de risco”, finaliza.

FONTE: http://www.fenassojaf.org.br/

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