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A negativa pelo governador Ricardo Coutinho,  ao incremento de 8,69% na proposta Orçamentária do Poder Judiciário, para o exercício 2014, em relação ao ano passado, foi um dos assuntos tratados pelo presidente do Sindojus Antônio Carlos Santiago, em recente reunião com a presidente do TJ, des. Fátima Bezerra, da qual participaram ainda o diretor-financeiro Manoel Cathuite e o o Oficial de Justiça Crisóstomo Mathias, de Campina Grande.
Antônio Carlos demonstrou a preocupação com o iminente e irreparável prejuízo que poderá vir a ser sofrido pela categoria, caso prevaleça o índice previsto na LDO, defendido pelo governo, de 6,7%. “Isto inviabilizará, por exemplo, o cumprimento da resolução 153 do CNJ , que já deveria estar sendo aplicada desde o ano passado”, destacou, lembrando que o Sindicato buscará sensibilizar através de fundamentos técnicos não apenas os deputados, mas o próprio governador.
Na ocasião, o Sindojus também dimensionou à presidente a gravidade quanto à sonegação de custas judiciais que vem crescendo no estado, praticada por grandes empresas e advogados, prejudicando sobremaneira as diligências paga aos Oficiais de Justiça. “Mostramos essa realidade e cobramos providências por parte do Tribunal, pois essa vem se tornando uma prática comum por parte de latifundiários e empresários bem sucedidos, que não escondem sinais exteriores de riqueza”,  afirmou.