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A reunião desta quinta-feira entre representantes do Sindojus, Astaj e outras entidades de classe não culminou em consenso quanto à  elaboração da resolução que regulamentará as movimentações funcionais dos servidores (progressões e promoções).

Apesar de ter confirmado presença há duas semanas, a desembargadora presidente Fátima Bezerra não compareceu, tendo o encontro sido conduzido pelo vice presidente Romero Marcelo.

Após mais de três horas de intenso debate, não se chegou a um consenso entre as duas únicas proposições existentes, apresentadas pela Sindojus e Astaj e outra, pela equipe técnica do Tribunal de Justiça.

Impasse

O impasse residiu na discussão sobre o pagamento retroativo inerente às progressões e promoções dos servidores que já adquiriram o respectivo direito, sendo defendido pela Astaj e Sindojus a necessidade de assegurar o referido  direito no texto da resolução.

Outra celeuma consistiu na intenção do Tribunal de Justiça em implementar a produtividade como um dos critérios de progressão funcional, pela qual o Sindojus e a Astaj se posicionaram peremptoriamente contra.

Estado de alerta

Diante disso e em virtude de alguns pontos serem de ordem financeira e orçamentária, restou acordada a necessidade de se realizar outra reunião na próxima segunda-feira 15.

Desde já, as duas entidades proclamam o estado de alerta, para que as categorias fiquem de prontidão quanto à convocação de nova mobilização para o dia 19 do corrente mês e ano.