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Uma reunião no novo auditório do Sindicato dos Oficiais de Justiça da Paraíba entre diretores e delegados da entidade marcou o início de uma série de debates acerca das ações e demandas a serem executadas através do Plano de Ação Sindical 2017/2018.

“Apesar da constante interatividade mantida com a categoria, reputamos da maior importância encontros como esse, para estreitar o diálogo, ouvirmos e encaminharmos as demandas apresentadas”, afirmou o diretor-presidente do Sindojus-PB Benedito Fonsêca.

Ao final de amplo debate sobre diversos temas, restou decidida a solicitação de uma audiência com os desembargadores presidente e corregedor do TJ-PB, Joás de Brito Filho e José Aurélio da Cruz, na tentativa de encontrar soluções para a melhoria nas condições de trabalho dos Oficiais de Justiça.

Também foi definido que serão potencializadas diversas reuniões setoriais nas Comarcas para a multiplicação de ideias. Para o diretor de Mobilização e Imprensa do Sindojus-PB, encontros assim são dos mais positivos, pois proporcionam a troca de experiências e ratificam o conhecimento, compromisso e responsabilidade que a categoria tem com o seu mister.

A mesa dos trabalhos, acompanhados pelo diretor financeiro Manoel Cathuyte, foi composta ainda pelos diretores secretário, jurídico e imprensa, Joselito Bandeira,  Alfredo Miranda e Noberto Carneiro. A reunião, das mais participativas, contou com delegações das cidades de Monteiro, Cajazeiras, Sousa, Picuí, Campina Grande, Itaporanga, Santa Luzia, Sapé, Cruz do Espírito Santo, Santa Rita, João Pessoa e Mamanguape.

Comentários ( 1 )

  • Ivanildo says:

    Parabenizo a toda diretoria do sindojus-PB pela incansável luta em prol de melhores condições de trabalho para a nossa categoria, inclusive, reconheço o esforço da nossa entidade sindical junto ao TJ-PB visando sanar o grave problema da falta de veículo oficial para o cumprimento das nossas diligências no famoso e demito “plantão regional”, visto que mais de 90% das comarcas do nosso Estado não possuem tais veículos, obrigando-nos a colocar os nossos próprios veículos para darmos cumprimento aos nossos mandados, é revoltante essa situação.

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